quarta-feira, 16 de março de 2016

Revisão de História- Antiguidade {Oriental} (Parte 2)

Opa galera, só alegria? Então, como prometido, hoje trago para vocês a "parte 2" da Antiguidade Oriental; Persas e Fenícios para fecharmos com chave de ouro. Lembrando que qualquer dúvida podem deixar nos comentários ou nas minhas redes sociais. Espero que sirva para vocês e que gostem. Um beijão e bons estudos.



§     Persas:
·         Maior civilização da Antiguidade Oriental. Esse grande reino surgiu graças a fusão de dois povos: Persas+Medos.
            I.        Organização político-administrativa:
·         Ciro, “O Grande” conquistou a Mesopotâmia (Babilônia) e libertou os Judeus do Cativeiro da Babilônia, além de proclamar uma tolerância cultural, evitando assim, insatisfação ao governo;
·         Cambises conquistou o Egito (Batalha de Pelosa);
·         Dario I organizou o Império Persa em Satrapias e cada Satrapia é governada por um Sátrapa;
Fiscalização: “Olhos e ouvidos do rei” – funcionários reais;
Construiu estradas reais, o que influenciou o surgimento do serviço de correio;
         II.        Economia:
·         Agricultura;
·         A construção das estradas reais influenciou, também, o artesanato e o comércio;
·         Criação do Dárico, que foi a unidade monetária criada por Dario I.
      III.        Religião Persa:
·         Zoroastrismo- religião que teve sua doutrina exposta no livro sagrado Zend Avesta;
·         Profeta: Zoroastro (Zaratustra);
·         Dualista- crença em dois deuses;
Deus do Bem (Ormuz)   x    Deus do Mal (Arimã);
·         Juízo final;
     IV.      Batalhas (guerras):
·         Guerras Médicas: Disputa entre Persas e Gregos pela Ásia Menor (Turquia) e o domínio/monopólio do comércio do Mar Egeu.

ª     Fenícios:
·         Navegação marítima em decorrência de alguns fatores:
a)   Ausência de terras férteis;
b)  Região montanhosa;
c)   Abundante em madeira;
d)   Região litorânea.
“Região alta, com solo ruim, madeira demais, praia perto; lancem-se ao mar.”
e)   Navegação de cabotagem (próximo ao litoral);
·         Estado Fenício:
Talossocracia- poder dos comerciantes;
Domínio do Mediterrâneo;
Criação do alfabeto fonético- para facilitar o comércio;


·         Eram politeístas. 

segunda-feira, 7 de março de 2016

Revisão de História- A queda do Império

Opa galera, só alegria? Hoje, trouxe um pouquinho de História do Brasil para vocês. Vamos falar sobre A Queda do Império Brasileiro, que ocorreu no século XIX. O post está completinho e espero, de verdade, que seja bastante útil para vocês. Ainda essa semana sairá revisão sobre a Instalação da Primeira República. Tudo foi feito com muito carinho. Espero que gostem e qualquer dúvidas podem deixar nos comentários ou nas redes sociais: 
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ª    Brasil século XIX: a queda do Império:.
§     O Desgaste com a Guerra do Paraguai:.
A Guerra do Paraguai foi uma campanha muito dura para o Império Brasileiro. O Império precisou, ao longo do conflito, organizar uma força militar que o país não tinha.
O Brasil venceu, mas perdeu duas de suas principais bases de sustentação: classe média e o escravismo.
A classe média estava influenciada pelas ideias republicanas e afastou-se do governo.
A economia escravista perdeu as forças com o crescimento do movimento abolicionista.
§     A Crise do Escravismo:.
A economia agrária desenvolvia-se no Brasil e as atividades manufatureiras desenvolviam-se na Europa (Inglaterra e Holanda). Ao amentarem o acúmulo de riquezas, esses países (Inglaterra e Holanda), passaram a controlar as principais vias de comércio mundial, ou seja, a economia brasileira ficava dependente de interesses estrangeiros. Esse quadro permaneceu mesmo após a Proclamação da Independência.
Durante a segunda metade do século XIX, ocorreram mudanças na economia mundial, em decorrência a Segunda Revolução Industrial, que seguiu-se de:
·         Grande aumento nos negócios internacionais;
·         Busca dos países industriais, pela expansão do mercado consumidor de seus produtos.
   Os capitais ingleses, na qual o Brasil tinha profundas ligações, participava das melhorias nas condições de transporte, garantia de livre circulação de mercadorias, crescimento das cidades e nos empréstimos aos fazendeiros.
     A Inglaterra apoiava o fim da escravidão, pois estava interessada na África, interessada em expandir seu comércio. Pressionava o Brasil e Portugal a abolir a escravidão.
Em 1845, o parlamento inglês aprovou a Lei de Bill Aberdeen, que permitia aos navios de guerra, abordarem e aprisionarem navios negreiros. Essa lei não foi eficaz no Brasil. Mas o Império, constantemente pressionado, decretou, em 1850, a Lei Euzébio de Queirós, que impedia o tráfico negreiro no Brasil.
Os cafeicultores do sudeste conseguiram compensar a queda de oferta de mão de obra com o comércio interno de escravos. A solução foi parcial e não resolveu o problema. Havia a possibilidade de incentivar a chegada de imigrantes europeus.
A queda de oferta de mão de obra escrava foi uma das principais causas da queda do Império, já que, aumentou a violência contra os trabalhadores e a expansão de revoltas escravistas.
A situação complicou-se quando o Brasil participou da Guerra do Paraguai. Nesse conflito, o Brasil usou uma grande quantidade de escravos, que foram prometidos de liberdades e terras. Ao final dos embates, os escravos esperavam liberdade e os fazendeiros indenizações, nenhuma foi cumprida, resultando no aumento das revoltas e no rompimento de parte da elite com relação ao Estado.
Em 1871, surgiu a Lei do Ventre Livre, que obrigava o fazendeiro a liberar os filhos das escravas nascidos nas senzalas. Era apenas uma liberdade provisória. A lei não foi eficaz, pois, o recém-liberado deveria ficar sob tutela do proprietário de sua mãe até adquirir a maioridade.  
O tempo passando, a escravidão caindo, o fluxo de imigrantes aumentando e iniciando, principalmente no sudeste, os movimentos pelo abolicionismo.
Em 1885, foi decretada a Lei dos Sexagenários, que liberava os escravos com mais de 60 anos. Além de impopular, a lei, também, não foi eficaz, pois raramente o escravo conseguia alcançar essa idade e quando alcançavam eram tidos por seus companheiros.
O tempo passando e aumentando os protestos das elites as revoltas dos escravos...
Em 1888, a princesa Isabel, decretou a Lei Áurea e oficializou o fim da escravidão no Brasil.



§     Republicanismo e positivismo no Brasil:.
Reorganização da economia mundial, a crise do escravismo e a intensificação das desavenças entra a elite, levaram à criação de propostas políticas que propunham mudanças no tipo de governo atuante no Brasil.
A Guerra do Paraguai causou muito desgaste político para o governo. O Paraguai acabou a guerra sendo defendido por tropas de crianças e mulheres, o que gerou uma onda de críticas ao governo.
Militares também não estavam satisfeitos com o resultado da Guerra do Paraguai, pois foram responsabilizados pelas atrocidades cometidas.
Em meio a isso, começou a ganhar força no interior do exército, o positivismo. 
Esse movimento foi criado na Europa pelo filósofo Augusto Comte. Influenciado pelo iluminismo e afirmava que: “só era possível compreender o mundo a partir da ideia de progresso”.
O progresso consistia na eliminação de qualquer base não cinetífica do pensamento humano.
A interpretação de Benjemim Constant fez com que os grupos socais que estavam descontentes com o Império defendessem os ideais republicanos.
Para os positivistas brasileiros, a união do Estado com a Igreja, presente no Império, era um obstáculo para a instalação de um regime político.
O Republicanismo deveu muito ao Positivismo.

§     A Questão Religiosa:.
No processo de independência, o Brasil manteve a Monarquia como regime de governo e as funções político-administrativas era dada ao Imperador.
Em 1872, ocorreu um profundo estremecimento entre o imperador e os líderes religiosos. Tudo aconteceu por causa da interferência de    
D. Pedro II na luta do Bispo do Rio de Janeiro contra a Maçonaria no interior da igreja brasileira.
Era uma organização fechada que se dedicava a reuniões e discussões sempre com grande influência do pensamento científico. Atraía membros da Igreja. A Maçonaria foi proibida em 1864 na Bula Syllabus.
“Portanto, foi um “conflito” entre a Igreja, o Imperador e a Maçonaria; quando a Maçonaria convocou padres para celebrar uma missa para o Imperador, o que não podia acontecer, o Imperador “forçou” os padres, mas eles tinham que obedecer ao Papa, isso criou uma intolerância entre a Igreja em relação ao Império, com isso, o Império perdeu aliados, pois a partir disso, a Igreja começou a apoiar os ideais Republicanos”.

§     A Questão Militar:.
Entre os grupos que aderiram ao republicanismo estavam os militares. O exército brasileiro nasceu, de uma forma organizada e profissional, após a Guerra do Paraguai.
Benjamin Constant, principal nome do positivismo brasileiro, defendia que o Brasil fosse governado por uma ditadura republicana. Constant influenciou profundamente as elites militares que derrubaram o Império.
Em 1883, série de desentendimentos entre o governo e os militares, marcaram a ruptura dos militares com o Estado. Esses conflitos foram essenciais para a derrubada da Monarquia.
O abolicionismo foi o principal elemento para união de militares e cafeicultores, já que os cafeicultores defendiam as causas republicanas com a ideia de instalação de um federalismo.
Na defesa de suas ideias, os militares começaram a publicar artigos na imprensa do Rio de Janeiro e de outras províncias. O governo imperial censurou suas opiniões e proibiu os militares de manifestarem por meio de periódicos suas opiniões.
Em 1883, Senna Madureira, amigo do imperador, convidou jangadeiros para visitar a escola de Tito do Rio de Janeiro, o que gerou punição por parte do governo com sua transferência para o Rio Grande do Sul.
Esses acontecimentos levaram parte dos militares a fundarem o Clube Militar, elegendo Deodoro da Fonseca seu presidente.
O empasse permaneceu quando Deodoro solicitou ao Ministro da Guerra que os militares não fossem obrigados a capturar os escravos fugidos
A tensão entre governo imperial, militares e republicanos chegou ao auge quando o imperador, convidou Visconde de Ouro Preto para conduzir reformas políticas que acalmassem o país e assegurassem o seu governo.
Em 1886, os alunos da Escola Militar aproximaram-se de Deodoro e passaram a conspirar contra o regime imperial.
O Marechal relutou, mas o Império já perdera quase toda sua base de sustentação política. Outro fato que pesou na decisão de Deodoro foi a fraca saúde do imperador que, não tinha nenhum herdeiro masculino. Essa situação causava temor na população, pois o possível sucessor seria o conde D’Eu, que era uma figura bastante impopular.
A incapacidade de reação do Império e do caos político-administrativo que se instalara, o Marechal Deodoro da Fonseca, no dia 15 de novembro de 1889, liderou uma tropa em direção ao prédio da administração imperial para destruir o visconde de Ouro Preto. 



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Revisão de História- Pré e Antiga História (Parte 1)

Opa galera, só alegria? Estamos de volta e agora com força total! Para quem já me acompanhava sabe como funciona o blog e para quem não acompanhava: eu posto revisões de história algumas vezes por mês, para tentar dar uma "forcinha" no estudo de vocês. Hoje eu trago um pouco do que eu sei sobre Pré e Antiga História, me estendendo até os Hebreus, porém este post terá uma 'Parte 2'. Enfim, minha intenção aqui é das melhores e espero que consiga ajudar. Qualquer dúvida podem deixar nos comentários ou nas minhas redes sociais:
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E sejam muito bem-vindos. 


Ø  PRÉ-HISTÓRIA:

A Pré-história é o período que se estende do surgimento do homem até o surgimento da Escrita. Podemos dividir a Pré-História em três longos períodos:
v  Período Paleolítico: (Idade da Pedra Lascada/Fase da Selvageria)
·         Eram nômades;
·         Viviam em bandos;
·         Tinham uma economia coletora;
·         Viviam uma “autoridade natural”;
·         Conhecem o fogo.
v  Período Neolítico: (Idade da Pedra Polida/Fase da Barbárie)
·         Tinham um modo de produção primitivo;
·         Ocorre a Revolução Neolítica- agricultura- coletivização dos meios (tudo para todos);
·         Por passarem a produzir alimentos em um determinado lugar passam a ser sedentários;
·         Viviam em tribos (patriarcais);
·         Dominavam o fogo;
v  Idade dos Metais:
·         Passagem da Barbárie para a civilização por meio da Revolução Urbana;
·         Instrumentos de pedra foram substituídos por ferramentas de:
Cobre-Bronze-Ferro
·         Avanço das forças produtivas: por terem ferramentas mais resistentes têm uma variedade produtiva maior;
·         Crescimento populacional: possibilitado pelo aumento da produtividade;
·         Desigualdade social- surge a propriedade privada;
·         Centralização política.


2An
Ø ANTIGUIDADE (HISTÓRIA ANTIGA):
O início da Antiguidade é marcado pelo surgimento da Escrita.
1.     Surgem as Grandes Civilizações;
2.    Surgem as Civilizações Potâmicas na região do Crescente Fértil (Rios Nilo, Tigre e Eufrates);
3.    Modo de Produção Asiático:
3.1.        Produziam excedente;
3.2.       Centralização do poder de forma Teocrática;
3.3.       Servidão coletiva- todo cidadão é servo do Estado;
3.4.       Obras públicas- obras hidráulicas.
Com isso, na região do Crescente Fértil, começa a surgir as Grandes Civilizações Potâmicas:
ª     Egito (Rio Nilo):
·         Modo de produção asiático;
·         Estado Teocrático e Despótico- Faraó;
·         Eram politeístas, realizavam a mumificação e tinham uma crença no Tribunal de Osíris e no Livro dos Mortos;
·         Período Pré-Dinástico:
1.     Antes da centralização do poder, ou seja, antes do Faraó;
2.    Divisão entre Alto e Baixo Egito.
·         Período Dinástico:
1.     União do Alto e Baixo Egito realizado pelo 1º Faraó- Menés.
Þ    Antigo Império:
1.     Construção das pirâmides de Gizé;
Þ    Médio Império:
1.     Faraó Amenemath I;
2.    Invasão do Hicsos;
3.    Chegada dos Hebreus.
Þ    Novo Império:
1.     Faraó Ramsés;
2.    Expulsão dos Hicsos;
3.    Saída dos Hebreus com Moisés;
4.    Escrita Hieróglifa.
§     Mesopotâmia: (Rio Tigre e Eufrates)
Os povos da Mesopotâmia viviam em cidades-estados, ou seja, ausência de um estado centralizado.
·         Modo de produção asiático;
·         Estado Teocrático e Despótico- Patesi- rei e sacerdote;
·         Sumérios:
1.     Fundam as primeiras cidades: Ur, Uruk, Nipur;
2.    1º Governante Patesi;
3.    Realizavam obras de irrigação;
4.    Surge a primeira escrita: Cuneiforme.
·         Acádios:
1.     Período de unificação da Mesopotâmia- Patesi Sargão I;
2.    Construção dos Ziguratis- templos sagrados;
·         Amoritas:
1.     Fundação da Babilônia;
2.    Povo mais importante com relação as leis;
3.    Patesi Hamurabi
3.1.        Código de Hamurabi- Lei do Talião: “Olho por olho, dente por dente.”
3.2.       Hamurabi expandiu o território, unificando a língua e a religião.
·         Assírios:
1.     Povo mais cruel- militar- bélico;
2.    Patesi Assurbanipal- impunha altos impostos;
3.    Organizaram-se em uma sociedade militar e expansionista e acabaram dominando toda a Mesopotâmia.
·         Caldeus: (Neobabilônicos)
1.     Patesi Nabucodonosor
1.1.         Construção da Torre de Babel;
1.2.        Cativeiro da Babilônia- prisão dos Judeus;
1.3.        Jardins suspensos da Babilônia;
1.4.        Zodíaco;
    2.Após o governo de Nabucodonosor, que durou quase 60 anos, o império decaiu e os povos da Mesopotâmia foram dominados pelos Persas.
¨     Hebreus:
·         Fundadores do monoteísmo;
·         Judaísmo:
o   Deus= Iavé ou Jeová;
o   Livro Sagrado= Torá (Pentateuco)
o   Terra Santa= Terra Prometida- Canaã (Jerusalém- Palestina);
·         Período dos Patriarcas:
1.     Abraão/José/Moisés/Josué:
1.1.         Abraão recebe as bases da religião monoteísta;
1.2.         “Eles receberam, através de Abraão, o chamado de Iavé, para que Abraão levasse o povo para a Terra Prometida. Depois de receber o chamado, Abraão convocou as tribos hebraica e as levou para a Palestina. Chegando lá, eles tiverem que enfrentar os antigos moradores, porque a terra não estava desocupada. Depois de algumas lutas, os Hebreus acabaram conquistando uma parte da Palestina. Porém, a Terra Prometida não era essas coisas todas, por exemplo, o solo era infértil e com a chegada da seca, eles ficaram sem alimentos e, por isso, Jacó, um dos líderes dos Hebreus, convocou os Hebreus para que eles fossem para o Egito.
Porém, os egípcios conseguiram expulsar os Hicsos e escravizaram os Hebreus, que passaram a ser propriedade do Faraó.
O “povo de Deus” parecia está abandonado, quando Moisés resolveu unir a galera para fugir do Egito e foi aí que Moisés liderou o Êxodo.
Na volta para a Canaã, Moisés e seus seguidores ficaram, mais ou menos, uns 40 anos vagando pelo deserto e foi no deserto, mais precisamente no Monte Sinai, que Moisés recebeu os 10 mandamentos. Após esses 40 anos, eles chegam em Canaã, mas não com Moisés, chegam guiados por Josué. “
·         Período dos Juízes:
1.     Formação das 12 tribos;
2.    Juiz- chefe militar e religioso;
2.1.        Quando chegam em Canaã, junto com Josué, novamente têm que enfrentar quem já estava vivendo lá: Fariseus, Cananeus, Amoreus e Filisteus.
Nessa época, as tribos reuniam-se e escolhiam um único juiz para liderar as lutas, em especial contra os Filisteus, que era o povo que ocupava a maior parte de terras. Entre os juízes, destacam-se 3, que foram os que mais ajudaram nas batalhas, são eles:
o   Sansão;
o   Jefte;
o   Samuel.
·         Período dos Reis:
1.     União das 12 tribos para lutarem contra os Filisteus;
1.1.         Com os Filisteus praticamente derrotados, os Hebreus acabaram evoluindo para uma monarquia:
o   1º Rei- Saul;
o   2º Reis- Davi: vitória sobre Golias, ou seja, expulsão dos Filisteus;
o   3º Rei- Salomão: auge dos Hebreus. Foi no período de Salomão que foi construído o Templo de Jerusalém. Período também em que se cobrava altos impostos e como consequência dessas altas cobranças, o povo começou a ficar insatisfeito com o governo. Depois da morte de Salomão começou a ocorrer diversas brigas internas e as tribos acabaram se dividindo no Reino de Israel e no Reino de Judá, o que ficou conhecido como Cisma.
·         Pós Cisma:
1.     Reino de Israel é conquista pelos Assírios, que - com sua crueldade militar- acaba matando todos que viviam no Reino de Israel.
2.    Reino de Judá é onde ocorre o Cativeiro da Babilônia, liderado pelo Patesi Nabucodonosor.
3.    Até que, o Rei Persa, Ciro, ao ver que os judeus estavam presos, acaba libertando estes e dando fim ao Cativeiro da Babilônia.

4.    Roma acaba conquistando Jerusalém.